27/05/2012

Documentário roteirizado por Míriam Cris é selecionado no Festival Cinesul




O documentário Clementina de Jesus - Rainha Quelé foi selecionado para participar em mais um festival: Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo, na mostra Competitiva de curta e média-metragem de documentário.
 O filme foi dirigido por Werinton Kermes, com roteiro de Míriam Cris Carlos e edição de Marcelo Domingues.
 
 
 

 Cinesul 2012 terá 68 filmes nas mostras competitivas: 33 brasileiros e 35 internacionais

Espanha, Argentina, México, Cuba, Venezuela, Portugal, Chile, Colômbia, Equador e Co-produções participam
Sessenta e oito produções de países latino-americanos e da Península Ibérica competem no 19º Cinesul - Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo – que acontece de 12 a 24 de junho no Rio de Janeiro, nas categorias ficção e documentário de longas e médias e curtas-metragens.  São 16 longas-metragens - oito de cada categoria - e 52 médias e curtas-metragens, sendo 23 documentários e 29 ficcionais. O Brasil comparece com 33 trabalhos, entre eles, duas coproduções uma com Portugal e uma com a Argentina. Os outros 35 vem de 12 países, sendo 13 da Espanha, seis da Argentina, três do México, dois de Cuba, dois da Venezuela, dois de Portugal, dois do Chile, dois da Colômbia, um do Equador, e três coproduções: El Salvador-México, Porto Rico-Espanha e México-Alemanha. O festival é gratuito e terá exibições no Centro Cultural Banco do Brasil, Centro Cultural Correios e       Instituto Cervantes. O patrocínio é do Banco do Brasil e dos Correios.
- Foram mais de novecentos filmes inscritos. Fizemos uma seleção criteriosa tanto para os trabalhos que estarão em competição quanto para os que serão exibidos nas mostras temáticas. Procuramos oferecer ao público um panorama da cinematografia dos países ibero-americanos. Tenho certeza que o público que prestigiar o festival sairá satisfeito com o que verá, pois a qualidade foi o nosso principal requisito – avalia Leonardo Gavina, organizador do festival.

Dos 16 longas-metragens que estão na competitiva, o Brasil vem representado com três títulos: “Cru”, de Jimi Figueiredo (ficção) e “Carta para o futuro”, de Renato Martins, e “Iván – De volta para o passado”, de Guto Pasko (documentários). E duas coproduções: Portugal-Brasil traz o curta-metragem de ficção “Incêndio”, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes – e Argentina-Brasil exibe o longa-metragem de ficção “La Sublevacion”, de Raphael Aguinaga.  Entre os médias e curtas-metragens, a maioria é do Brasil:  15 representam o país na categoria documentário e 13 na de ficção.
Além de exibição de filmes na competitiva, o Cinesul 2012 terá mostras temáticas como “Palcos e Telas”, “Cinesul Ambiental”, “Arte Cinesul”, “Romance Latino”, “Foco Espanha”, “Bossas Musicais”, “Cinesul Animado”, “Cinesul Ambiental”, e homenagens a personalidades do cinema e lançamento de livros.




Serviço
Cinesul – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo
De 13 a 24 de junho – Entrada franca

Local 
CCBB – Rua Primeiro de Março, 66 - Centro
Centro Cultural Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Centro
Instituto Cervantes - Rua Visconde de Ouro Preto, 62 –  Botafogo
Rio de Janeiro - Brasil

Filme sobre Clementina será exibido no In Edit



O documentário Clementina de Jesus - Rainha Quelé, será exibido no In-Edit Brasil – 4º Festival Internacional do Documentário Musical em São Paulo em 07 de junho de 2012 às 19h30 no Cino Olindo, localizado à Avenida São João, 473 na Mostra Panorama Brasileiro.

A obra foi dirigida por Werinton Kermes, com roteiro de Míriam Cris Carlos.

Confira a agenda de exibições aqui

19/05/2012

Documentário é selecionado em mais dois festivais


O documentário “Clementina de Jesus- Rainha Quelé” foi selecionado para participar em mais dois festivais de cinema brasileiros.
A obra, dirigida pelo sorocabano Werinton Kermes, com roteiro de Míriam Cris Carlos, traz relatos e informações sobre a cantora Clementina de Jesus, falecida há quase 25 anos. “Quelé”, como era chamada carinhosamente pelos amigos, trabalhou como empregada doméstica até os seus 62 anos, quando foi descoberta pelo pesquisador de música popular brasileira Hermínio Bello de Carvalho, em 1963. A partir daí, começou a dividir os palcos mais importantes do Brasil com artistas consagrados.
Cantores como Martinho da Vila, Leci Brandão, Cristina Buarque de Holanda, Carlinhos Vergueiro, João Bosco e Paulinho da Viola, entre outros, participam da obra, falando um pouco das suas lembranças relacionadas à Clementina.
Produzido para ter finalidade histórica, cultural e jornalística, o filme percorre festivais e mostras alternativas de cinema e vídeo, sem o interesse comercial. Neste sábado, 19/05, será exibido na 2ª Mostra de Cinema de Ipoema (distrito de Itabira/MG), que traz o tema “Cultura e Patrimônio Popular”, uma forma de resgatar a nossa história através da observação e do diálogo com a história do outro, através do reconhecimento do rico patrimônio cultural imaterial que nosso país habita, através da sabedoria popular passada por gerações, através da oralidade, da ancestralidade, dos modos de fazer, das formas de expressão, das celebrações, das festas, das danças populares, lendas, músicas, hábitos e outras tradições intangíveis que revelam as várias filosofias de vida da sociedade contemporânea.
Na primeira semana de junho, em data ainda não divulgada, será exibido na 4ª edição do In-Edit Brasil Festival Internacional do Documentário Musical, um evento cinematográfico que tem como objetivo fomentar a produção e a difusão de filmes documentários que tenham a musica como elemento integrador.
“Clementina de Jesus – Rainha Quelé” foi lançado em 2011 e já participou de doze festivais, tendo conquistado três prêmios, foi exibido em todos os Espaços Culturais estaduais da Bahia, mostras temáticas do SESC SP, cineclubes, TV Comunitária, escolas, universidades e uma cópia foi requisitada e agora integra o acervo da Academia Brasileira de Letras. Para os próximos meses já estão previstas exibições em salas de cinema alternativas e espaços culturais.

.
.

Luciana Lopez

13/05/2012

TV Votorantim exibe o documentário “Clementina de Jesus – Rainha Quelé”


          O documentário "Clementina de Jesus – Rainha Quelé" será exibido no próximo domingo, 13 de maio, às 11h, às 18h e às 23h, pela TV Votorantim Canal 10 da Super Mídia, na data em que se completa 124 anos da assinatura da Lei Áurea.
"Clementina de Jesus – Rainha Quelé" tem 56 minutos e já foi exibido para um público estimado de 50 mil pessoas, principalmente através de festivais no Brasil e no exterior, tendo conquistado prêmios. "O documentário é o retrato da negritude brasileira. Poder mostrar este trabalho já é uma imensa alegria e, em se tratando de TV Votorantim, esta alegria se multiplica. É a primeira vez que o documentário será exibido em um espaço de televisão e é mais do que justo ser na TVV e no dia 13 de maio, data que precisa sempre de uma reflexão", comentou Werinton Kermes.
O roteiro é assinado por Míriam Cris Carlos e a edição é de Marcelo Domingues. Na equipe técnica estão vários votorantinenses, como Jorge Silva, Luciano Leme da Costa, José Maria Valério, Luciana Lopez, Rosano Soares e Adriano Gianolla, que contribuíram para que o documentário se concretizasse.
            A exibição acontecerá em tempo real também pelo site www.tvvotorantim.com.br
Serviço:

Data da exibição: 13/05 – domingo
Horário: às 11h, às 18h e às 23h
Emissora: TV Votorantim - Canal 10 da Super Mídia
Com exibição simultânea pela internet, através do site: www.tvvotorantim.com.br

10/05/2012

Documentário sobre Clementina de Jesus será exibido no Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba


O documentário “Clementina de Jesus – Rainha Quelé” será exibido no Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba na próxima sexta-feira, 11/05, a partir das 19h30 em evento alusivo aos 124 anos da assinatura da Lei Áurea, cuja finalidade era extinguir a escravidão no Brasil
Dirigido pelo cineasta Werinton Kermes, o documentário narra a trajetória da cantora Clementina de Jesus, carinhosamente chamada de Quelé pelos amigos, nascida em 1901, na cidade de Valença, Rio de Janeiro, na comunidade periférica de Carambita.
Dona de casa e empregada doméstica, foi descoberta já em idade avançada pelo pesquisador de música popular brasileira Hermínio Bello de Carvalho em 1963. A partir daí, começou a dividir os palcos mais importantes do Brasil com artistas consagrados como Paulinho da Viola, Pixinguinha e João Bosco, que não esconde a influência de dona Clementina na entonação de sua voz. Este ano completa 25 anos da morte da Rainha Quelé.
Ressaltando a importância do canto de Clementina de Jesus para a MPB e para todos os povos da diáspora negra, o filme traz também em destaque os depoimentos de artistas como Martinho da Vila, Leci Brandão, Cristina Buarque de Holanda, Carlinhos Vergueiro, João Bosco e Paulinho da Viola. O documentário é o retrato da negritude brasileira”, afirma Werinton Kermes.
“Clementina de Jesus – Rainha Quelé” tem 56 minutos e já foi exibido para um público estimado de 50 mil pessoas, principalmente através de festivais no Brasil e no exterior, tendo conquistado os seguintes prêmios: - Júri popular do Prêmio “Nêgo Chico” no 34º Festival Guarnicê de Cinema em São Luís/MA; Prêmio "Menção Honrosa" na 9ª edição do Fest Cine Amazônia em Porto Velho/RO e melhor longa, segundo o Júri popular no Festival Internacional de Cinema de Arquivo - REcine 2011 no Rio de Janeiro/RJ.
No evento que será realizado pelo Sindicato, além da exibição do vídeo, também haverá uma mostra cultural que trará manifestações folclóricas da cultura e religiosidade africana, e no final, um jantar será servido ao público. A entrada é gratuita e o Sindicato dos Metalúrgicos está localizado na rua Júlio Hanser, 140 – Lageado – Sorocaba/SP

03/05/2012

CINE CAFÉ exibe "A bicicleta e o caranguejo"


Foto: Carlos Madia


O documentário “A bicicleta e o caranguejo – um lugar chamado Alexandra”, realizado pelos sorocabanos Carlos Madia, Míriam Cris Carlos e Werinton Kermes,  no estado do Paraná, será exibido ao público gratuitamente, pela primeira vez em Sorocaba, nesta sexta-feira, 04/05, às 19h, na Oficina Cultural Grande Otelo, dentro da programação do projeto Cine Café, do SESC Sorocaba, coordenado por Marcelo Domingues.
Gravado no vilarejo de Alexandra, cidade de Paranaguá, litoral do Paraná, o documentário mostra um lugar bucólico, no qual ainda imperam valores como a palavra, a amizade e a vivência do coletivo. Moradores antigos deram depoimentos sobre a origem e a vida simples do bairro.  Relatos daqueles que escrevem e vivem a história, inclusive da professora aposentada Donaide França Pereira que, com 95 anos, lecionou para a maioria dos moradores do bairro.
O principal veículo de locomoção em Alexandra é a bicicleta, pessoas de todas as idades contam com o veículo para suas atividades diárias. Cenas rotineiras de um povoado distante da agitação das grandes cidades. Uma pequena estação de trem é a principal referencia do bairro e o caranguejo do manguezal é considerado de grande qualidade. Todos estes elementos foram transformados em poesia, no roteiro assinado pela semioticista Míriam Cris.
O filme, com 58 minutos, já foi exibido em várias TVs Comunitárias e Educativas do país, inclusive em sinal aberto pela retransmissora da TV Cultura, no Estado do Paraná (TV e-Paraná), recebeu legendas em inglês e participa de festivais. Em evento exclusivo foi exibido apenas no vilarejo, no pré-lançamento em dezembro do ano passado. O vídeo chamou a atenção dos moradores, que pela primeira vez viram retratados na grande tela um pouco do lugar onde vivem.
A trilha sonora foi composta especialmente para a obra e chama atenção pela poeticidade, a mesma que permeia toda a obra. As músicas contam com a assinatura de Carlos Madia, Míriam Cris Carlos, Hugo Rafael, Guilherme Costa e Júlio Paz. Vale manter os ouvidos atentos ao assistir.
O filme é uma realização da empresa Fertilizantes Heringer e foi dirigido por Míriam Cris Carlos e Werinton Kermes, com produção executiva e idealização de Carlos Madia e Beto Madia, que desenvolvem atualmente projetos culturais na localidade.
Os produtores do filme estarão presentes na sessão desta sexta-feira, 04/05, para conversar com o público, logo após a exibição. A oficina Cultural Regional Grande Otelo está localizada à Praça Frei Baraúna. s/nº, no Centro de Sorocaba. Mais informações podem ser obtidas no blog http://abicicletaeocaranguejo.blogspot.com/

.
.

Luciana Lopez

Cultura digital


Notícia publicada na edição de 03/05/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 008 do caderno C
A doutora em Comunicação e Semiótica Míriam Cris Carlos, professora pesquisadora do Mestrado em Comunicação e Cultura da Uniso, é uma das colaboradoras da obra "Cotidiano Escolar e Tecnologias: tendências e perspectivas", que acaba de chegar às livrarias. Em um capítulo, Miriam discorre sobre o "Poético e o Hipertexto: por uma linguagem da complexidade na sala de aula". Da mesma universidade, participam ainda da coletânea, o doutor Paulo Celso da Silva, professor pesquisador do mestrado em Comunicação e Cultura, com o capítulo intitulado "Edupunk, Geeks, Net Generation, Diy: universidade e universitário no pós-digitalismo" e Maria Lúcia de Amorim Soares, professora e pesquisadora do mestrado e do doutorado em Educação, co-autora do artigo "O Celular no cotidiano escolar". Os organizadores do livro são Eliana Maria do Sacramento Soares e Leandro Petarnell, primeiro doutor em Educação formado pela Uniso.

30/04/2012

Livro sobre o uso da tecnologia na educação tem capítulo escrito por Míriam Cris Carlos



Já chegou às livrarias a obra "Cotidiano Escolar e Tecnologias: tendências e perspectivas", que traz uma coletânea de artigos de pesquisadores da área da educação e da comunicação que compartilham suas reflexões acerca do grande desafio, para a escola, de fazer parte da cultura digital, de forma propositiva e ativa.
A doutora em Comunicação e Semiótica Míriam Cris Carlos é uma das colaboradoras. Ela é professora pesquisadora do Mestrado em Comunicação e Cultura da Universidade de Sorocaba (UNISO) e em um capítulo discorre sobre o Poético e o Hipertexto: por uma linguagem da complexidade na sala de aula.
Da mesma Universidade, participam ainda da coletânea, o doutor Paulo Celso da Silva, professor pesquisador do mestrado em Comunicação e Cultura, com o capítulo intitulado “Edupunk, Geeks, Net Generation, Diy: universidade e universitário no pós-digitalismo” e Maria Lúcia de Amorim Soares, professora e pesquisadora do mestrado e do doutorado em Educação, co-autora do artigo “O Celular no cotidiano escolar”.
Mais seis pesquisadores também trazem em seus textos possibilidades de criar interações que gerem outras reflexões e novas perguntas para a construção das mais diferentes respostas. Construção esta, considerada fundamental para se renovar o cotidiano escolar e construir uma educação humanizadora e transformadora nesta nova ordem social, conforme a sinopse apresentada pelos organizadores do livro Eliana Maria do Sacramento Soares e Leandro Petarnell, primeiro doutor em Educação formado pela UNISO.

29/04/2012

Deficiente visual trabalha com imagens



O jornalista Teco Barbero, deficiente visual, e participante da primeira turma do curso de fotografia para cegos, ministrado por Míriam Cris Carlos e Werinton Kermes, em Sorocaba/SP, no ano de 2002, vem se destacando com seu trabalho com imagens. “É legal saber que o projeto deu frutos, e que não é impossível para um deficiente visual trabalhar com imagens”, disse Míriam Cris Carlos.


Teco Barbero ladeado por Míriam Cris Carlos e Werinton Kermes

Confira as reportagens:








Deficiente visual completa 10 anos de fotografia em Sorocaba, SP

Teco Barbero aprendeu a superar sua deficiência para registrar o mundo.
Fotógrafo também é jornalista, assessor de imprensa e professor.

Adriane Souza  
 Do G1 Sorocaba e Jundiaí
 

Teco Barbero com sua fiel e inseparável companheira de trabalhoads (Foto: Adriane Souza/G1) 
Teco Barbero com sua fiel e inseparável companheira
de trabalhoads (Foto: Adriane Souza/G1)


Em 2002, Teco Barbeiro redescobriu o mundo. Com apenas 5% da visão, o então estudante de jornalismo se matriculou em um curso de fotografia. Apesar de não acreditar em sua própria capacidade na época, Teco revela ao G1 que hoje é testemunha de que não existem limites para a vontade humana. “Fotografia é a minha vida”, define o jornalista, assessor de imprensa, fotógrafo e professor.
Nascido em Sorocaba (SP), Antônio Walter Barbero, 30 anos, conta que a paixão pela comunicação o levou a cursar jornalismo. “Na faculdade conheci o Werinton Kermes, que trouxe a proposta de um curso de fotografia para deficientes visuais”, relembra Teco, que, assim como os outros convidados para o curso, achou a ideia do fotógrafo e cineasta absurda. “Ficávamos nos perguntando como uma pessoa privada da visão poderia fotografar, achávamos impossível”, relembra.


Admirável mundo novo

Após as primeiras aulas, as barreiras impostas pelos próprios alunos começaram a ser quebradas. “Começamos a usar muito mais nosso lado sensorial, então entendemos que a fotografia para o deficiente visual é feita pelos sentidos”, esclarece Teco. Nos dois primeiros meses do curso de um semestre, os alunos trabalharam para fortalecer o lado sensorial.


“Daí pegamos nas máquinas e começamos o trabalho de capturar imagens”, conta Teco, que relembra a confiança que o grupo de deficientes visuais conquistou. “Pois é, o preconceito estava em nós mesmos”, diz. A partir desta etapa, Teco Barbero nunca mais abandonou a câmera. Ele começou a realizar uma série de eventos, comerciais e campanhas.


Aluna deficiente visual em curso de fotografia ministrado por Teco (Foto: Divulgação) 
Aluna deficiente visual em curso de fotografia
ministrado por Teco (Foto: Divulgação)
Ensinando a crescer

Com estas conquistas, em 2010, Teco foi convidado para dar aulas de forma voluntária em um mini-curso de fotografia na capital paulista. Desde então, ele viajou por diversas partes do país para ensinar a arte de escrever com a luz a todos os tipos de pessoas. “Nós deficientes visuais que nos aventuramos pela arte da fotografia provamos que, para quem captura imagens, a luz não é o mais importante, pois nós fazemos fotos com a sensibilidade da nossa alma”, conta.
No início deste mês o fotógrafo seguiu para o interior do Rio Grande do Sul, convidado pela professora de fotojornalismo de uma universidade federal. “A universidade recebeu pela primeira vez uma aluna deficiente visual e não sabiam como ensiná-la. É triste, mas falta preparação para os professores do nível superior como um todo. O deficiente quer vencer seus limites e cursar uma faculdade, por isso eles precisam se preparar”, destaca Teco.

Conhecimento

“Um homem que registra imagens com a visão da alma”. Esta é a frase que define o profissional Teco Barbero em seu site. Ele disse ao G1 que procura por um ajudante, que seja tão apaixonado quanto ele pela fotografia.
“Pode ser uma estudante ou uma recém formada, mas preciso de uma pessoa de confiança para me acompanhar nos eventos e trabalhos que realizo. Alguém que esteja disposto a aprender junto comigo e a me ensinar também”, define. As pessoas interessadas poderão entrar em contato através do e-mail: barbero51@r7.com

"Fotografar é poder mostrar às pessoas como eu literalmente vejo o mundo", diz Teco Barbero (Foto: Divulgação) 
"Fotografar é poder mostrar às pessoas como eu, literalmente, vejo o mundo", diz Teco (Foto: Divulgação)



27/04/2012

Livro tem capítulo escrito por Míriam Cris Carlos

Foi lançado o livro "Cotidiano Escolar e Tecnologias: tendências e perspectivas", organizado por Eliana Maria do Sacramento Soares e Leandro Petarnell, que contou com a participação da escritora Profª.Drª Míriam Cris Carlos. Abaixo você confere detalhes da obra.

 

 

Sinopse: 

Frente ao grande desafio, para a escola, de fazer parte da cultura digital, de forma propositiva e ativa, oferecemos esse livro aos leitores na expectativa de compartilhar nossas reflexões. A partir da contribuição de pesquisadores da área da educação e da comunicação emergem desta obra possibilidades de criar interações que gerem outras reflexões e novas perguntas para a construção das mais diferentes respostas. Construção esta fundamental para se renovar nosso cotidiano escolar e construir uma educação humanizadora e transformadora nesta nova ordem social.


SUMÁRIO


Prefácio

Apresentação

Capítulo 1
Alunos Nativos Digitais e Professores Imigrantes Digitais
Cristina M. Pescador

Capítulo 2
Infâncias Contemporâneas, Educação Com, Para e Através de Mídias e Formação Docente: uma articulação necessária
Aldo Pontes
Heloisa Dupas de Oliveira Penteado

Capítulo 3
Diálogos em Fóruns de Ambientes Educativos: um caminho fundamental para a efetiva aprendizagem
Mauricio Perotto
Suzana Damiani

Capítulo 4
O Celular no Cotidiano Escolar
Vanessa de Almeida Camargo
Maria Lúcia de Amorim Soares

Capítulo 5
Sobre o Poético e o Hipertexto: por uma linguagem da complexidade na sala de aula
Míriam Cristina Carlos Silva

Capítulo 6
Edupunk, Geeks, Net Generation, Diy: universidade e universitário no pós-digitalismo
Paulo Celso da Silva



http://www.grupoatomoealinea.com.br/index.php/cotidiano-escolar-e-tecnologias-tendencias-e-perspectivas.html



Lançamento em Sorocaba


16/04/2012

Em cartaz:Voz rascante e divina orna documentario sobre Clementina de Jesus em filme premiado que chega a Salvador

http://bahiaempauta.com.br/?p=58690

Postado em 16-04-2012


=========================================================
Dicas de cinema de Maria Olivia Soares
 
O documentário conta a história de Clementina de Jesus, senhora negra,
pobre, dona de casa e empregada doméstica que, após toda uma
existência longe dos palcos e das mídias, aos 60 anos, através de
Hermínio Bello de Carvalho, passou a cantar com grandes nomes da
música brasileira, a exemplo de João Bosco, Pixinguinha e Paulinho da
Viola, com sua voz rascante e divina.
O filme traz depoimentos de muitos artistas que acompanharam a
trajetória de Quelé, como era chamada Clementina de Jesus, como
Martinho da Vila, Lecy Brandão, Paulinho da Viola, João Bosco, Mônica
Salmaso, Cristina Buarque e Carlinhos Vergueiro.
A obra, lançada no ano passado, foi dirigida por Werinton Kermes, com
roteiro de Míriam Cris Carlos e edição de imagens de Marcelo
Domingues. Já participou de importantes mostras e festivais, tendo
conquistado os seguintes prêmios: – Juri popular do Prêmio ‘Nêgo
Chico’ no 34º Festival Guarnicê de Cinema em São Luís/MA; Prêmio
‘Menção Honrosa’ na 9ª edição do Fest Cine Amazônia em Porto Velho/RO
e melhor longa, segundo o Juri popular no Festival Internacional de
Cinema de Arquivo – REcine 2011 no Rio de Janeiro/RJ. A produção está
em cartaz na Sala Walter da Silveira, nos Barris, às 16 e 18 horas, e
o leitor do Bahia em Pauta não pode e não deve perder.
====================================
Também em exibição na Sala Walter da Silveira, ‘João do Vale – Muita
Gente Desconhece’ (Brasil, 2005)


Com roteiro de Miriam Cris Carlos, “João do Vale, Muita Gente
Desconhece” faz um resgate da história da música popular brasileira e
do universo sertanejo através da vida e da obra do compositor João do
Vale, reconhecido como um dos artistas mais produtivos do Brasil.
Autor de mais de 600 músicas, entre elas os clássicos da MPB
‘Carcará’, ‘Pisa na Fulô’, ‘Coroné Antônio Bento’, ‘Canto da Ema’,
entre outras, João do Vale, morto em 1996, aos 62 anos, foi objeto de
mais de 10 anos de pesquisa feita pelo diretor Werinton Kermes. No
filme, relatos da família, amigos e personalidades da cena política e
cultural do país, mesclados com imagens de arquivos e pelos últimos
registros do artista ainda vivo, captados por Kermes meses antes da
sua morte, contam a história do grande compositor. ‘João do Vale,
Muita Gente Desconhece’ conquistou o Kikito de melhor documentário na
13ª edição do Festival Cine Vídeo de Gramado, em agosto do ano
passado. Imperdível.

Maria Olivia Soares, jornalista e colaboradora do Bahia em Pauta

27/03/2012

Documentário Clementina de Jesus Rainha será exibido nos Espaços Culturais de várias cidades da BA

 http://espacosculturais.wordpress.com/2012/03/26/3164/

 

Documentário “Clementina de Jesus – Rainha Quelé” nos Espaços Culturais da SECULT




O documentário “Clementina de Jesus – Rainha Quelé” abre nesta terça-feira, dia 27, a programação do projeto Terças na Tela, nos espaços culturais da SECULT, as 15 e 19h, com entrada franca. A sessão integra o Circuito Popular de Cinema e Vídeo (CPVC), ação da Secretaria de Cultura da Bahia (SECULT).
Dirigido pelo cineasta Werinton Kermes, o documentário narra a trajetória da cantora Clementina de Jesus, carinhosamente chamada de Quelé pelos amigos, nascida em sete de fevereiro de 1901, em Valença, Rio de Janeiro, na comunidade periférica de Carambita.
Dona de casa e empregada doméstica, foi descoberta já em idade avançada, pelo pesquisador de Música Popular Brasileira Hermínio Bello de Carvalho, em 1963. A partir daí, começou a dividir os palcos mais importantes do Brasil com artistas consagrados como Paulinho da Viola, Pixinguinha e João Bosco, que não esconde a influência de dona Clementina na entonação de sua voz.
No repertório da artista se destacam os cantos de trabalho, entoados pelos escravizados em sua lida nas fazendas, as rezas dedicadas aos mortos (incelências), o jongo, o partido alto e também os sambas mais modernos do repertório de João Bosco, Caetano Veloso, Paulinho da Viola e Martindo da Vila.
Ressaltando a importância do canto de Clementina de Jesus para a MPB e para todos os povos da diáspora negra, o filme traz também em destaque os depoimentos de artistas como Martinho da Vila, Lecy Brandão, Cristina Buarque de Holanda, Carlinhos Vergueiro, João Bosco, Paulinho da Viola.


Horários de exibição:
DIA 27/03
  • 15 e 19h no Cine Teatro Lauro de Freitas; Centro de Cultura Adonias Filhos (Itabuna); Centro de Cultura de Alagoinhas; Centro de Cultura de Guanambi; Centro de Cultura de Mutuípe; Centro de Cultura de Porto Seguro; Teatro Dona Canô (Santo Amaro)
  • 15h no Espaço Cultural Alagados
  • 19h na Casa da Música; Centro Cultural Plataforma; Cine Teatro Solar Boa Vista; Centro Cultural ACM (Jequié); Centro de Cultura João Gilberto (Juazeiro)
DIA 28/03
  • 19h no Centro de Cultura Olívia Barradas (Valença)

Rainha Quelé em Lauro de Freitas (BA)

http://catiripapu.blogspot.com.br/2012/03/sera-exibido-no-cine-teatro-de-lauro-de.html

http://www.ladislauleal.com.br/2012/03/sera-exibido-no-cine-teatro-de-lauro-de.html 

http://cineteatrodelaurodefreitas.blogspot.com.br/2012_03_01_archive.html


SERÁ EXIBIDO NO CINE TEATRO DE LAURO DE FREITAS DOCUMENTÁRIO SOBRE VIDA DE CLEMENTINA DE JESUS


Um documentário, "Clementina de Jesus - Rainha Quelé", que ressalta a importância do canto de Clementina de Jesus para a Música Popular Brasileira (MPB) e para todos os povos da diáspora negra abre a programação Terças na Tela do Cine Teatro Lauro de Freitas (CTLF), Praça da Matriz, s/n, centro, na terça-feira, 27 de março, às 19h30, com entrada franca. A sessão integra o Circuito Popular de Cinema e Vídeo (CPVC), ação da Secretaria de Cultura da Bahia (SECULT), que será realizada em todos os espaços culturais administrados pela Diretoria de Espaços Culturais (DEC), da SECULT. A exibição do filme pretende homenagear todos as mulher no mês dedicado a todas elas.
O vídeo foi lançado em 2011 é assinado pelo cineasta paulista Werinton Kermes, com roteiro de Miriam Cris Carlos e edição de imagens de Marcelo Domingues. Narra a trajetória da cantora carioca Clementina de Jesus, nascida em 7 de fevereiro de 1901, na comunidade de Carambita, bairro da periferia de Valença (RJ). Dona de casa e empregada doméstica, descoberta em 1963, pelo pesquisador de MPB Hermínio Bello de Carvalho. Quelé, como era chamada carinhosamente pelos amigos mais próximos, começou a mostra a beleza e a singularidade da sua voz para todo o Brasil, com idade avançada. A partir dai começou a dividir os palcos mais importantes do Brasil com artistas consagrados como Paulinho da Viola, Pixinguinha João Bosco, que não esconde a influência de dona Clementina de Jesus na entonação de sua voz.
Um dos destaques do filme são os depoimentos de artistas como Martinho da Vila, Lecy Brandão, Cristina Buarque de Holanda, Carlinhos Vergueiro, João Bosco, Paulinho da Viola e outros. Para o coordenador do CTLF, jornalista Hamilton Vieira, Clementina de Jesus com a sua voz gutural é o grito de todos os povos da diáspora negra. "Povos que foram formados nas Américas pela brutalidade da escravização, que levou aos afro-descendentes à exclusão, mas não conseguiu tirar sua alegria de viver, sua religiosidade, sua dignidade e de criar coisas belas em territórios tão adversos e cruéis", disse o jornalista.
No repertório da artista se destacam os cantos de trabalho, entoados pelos escravizados em sua lida nas fazendas, as rezas dedicadas aos mortos (incelências), o jongo, o partido alto e também os sambas mais modernos do repertório de João Bosco, Caetano Veloso, Paulinho da Viola e Martindo da Vila.
SERVIÇO
O Quê - Documentário Clementina de Jesus - Rainha Quelé, de Werinton Hermes.
Onde - Cine Teatro Lauro de Freitas, Praça da Matriz, s/n, centro de Lauro de Freitas.
Quando - Terça-feira, 27 de março, às 19h30.
Quanto - Entrada Franca
Classificação - Livre

Rainha Quelé em Alagoinhas/BA (Site G1)

   http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/03/centro-cultural-de-alagoinhas-exibe-filme-sobre-clementina-de-jesus.html

 Centro Cultural de Alagoinhas exibe filme sobre Clementina de Jesus

Documentário reúne depoimentos de diversos artistas brasileiros.
Mostra acontece nesta terça-feira (27), às 15h e 19h com acesso gratuito.

Do G1 BA

 
CLEMENTINA DE JESUS_BAHIA (Foto: Divulgação) 
Artista começou sua produção musical aos 63
anos. (Foto: Divulgação)
O Centro de Cultura de Alagoinhas, a 108 recebe nesta terça-feira (27) o documentário “Clementina de Jesus – a Rainha Quelé”, que será exibido às 15h e 19h, com acesso gratuito.
O documentário reúne depoimentos de Martinho da Vila, Lecy Brandão, Paulinho da Viola, João Bosco, Carlinhos Vergueiro, Mônica Salmaso e Cristina Buarque.


Clementina de Jesus


Negra, pobre, dona de casa e empregada doméstica e uma das figuras mais exuberantes da música popular brasileira. Assim era Clementina de Jesus, nascida em 1901 na cidade do Rio de Janeiro. Foi na capital carioca, que a negra de voz marcante foi descoberta musicalmente em 1963 pelo poeta, compositor e produtor cultural Hermínio Bello de Carvalho.
Com ele, visitou diversos locais do Brasil, levando sua voz no show 'Rosa de Ouro'. A artista fez questão de respeitar a ancestralidade e levou para shows e programas televisivos, um pouco da referência que tinha da África e da cultura Afro-Brasileira. Ela gravou cinco LP's solo, e fez participação em diversos outros, como 'Fala Mangueira', gravado em 1968, que teve Cartola como mais um dos participantes especiais.
Nomes como João Bosco, Milton Nascimento, Alceu Valença, Clara Nunes, entre tantos outros grandes personagens da música popular brasileira sempre respeitaram, gravando ou cantando Clementina.
Com direção de Werinton Kermes e roteiro de Míriam Cris Carlos o filme foi premiado na categoria Melhor Filme de Longa Metragem no Festival Internacional de Cinema de Arquivo REcine. Em 2011, completa-se 25 anos de sua morte, que foi causada por um derrame.


clementina de jesus (Foto: Divulgação)Artista cantando durantes apresentação de programa musical televisivo. Em 2011, completa-se 25 anos de morte de Clementina. (Foto: Divulgação)